Quiz do domingão

Hoje teve mais um daqueles eternos debates sobre a situação socioeconômica dos países do mochilão. Depois de reiterar que o Brasil não está tão distante dessas realidades, veio o desafio: “Então veja lá o IDH”.

A fórmula de cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano, usado pela Organização das Nações Unidas desde a década de 1990,  não é unânime entre estudiosos. Mas não deixa de ser uma régua para os 186 países analisados – e adoramos uma lista, vai.

Divido o quiz com vocês para embalar esse domingão preguiçoso de sol escaldante. Façam suas apostas (respostas depois do mapa).

Destinos, pela ordem: Índia, Sri Lanka, Maldivas, Nepal, Butão, Tailândia, Mianmar, Laos, Camboja, Vietnã, Malásia, Cingapura, Indonésia, Filipinas, China, Mongólia.

(Reprodução IDH 2012 UOL)

(Reprodução IDH 2012 UOL)

Posição dos países no ranking: 13º Hong Kong (China); 18º Cingapura; 64º Malásia; 85º Brasil; 92º Sri Lanka; 101º China; 103º Tailândia; 104º Maldivas; 108º Mongólia; 114º Filipinas; 121º Indonésia; 127º Vietnã; 136º Índia; 138º Laos e Camboja; 140º Butão; 149º Mianmar; 157º Nepal.


Finanças e a arte de ser conservadora

(Kevin Dooley / Creative Commons)

(Kevin Dooley / Creative Commons)

Todos querem saber como vou me manter durante a viagem. Juro que queria apresentar tabelas, gráficos e fórmulas mágicas de gastos e economias, mas confesso que não sou parâmetro para quem começou o planejamento financeiro meses antes de ir.

Como já devem ter percebido, a vontade de passar um tempo fora não é um surto que surgiu do nada. Sempre insisti nisso, e dadas as negativas frequentes dos meus pais, adotei o clássico: “Quando tiver meu dinheiro, eu vou”. Acabou que esses vetos lá de casa tiveram um ótimo efeito pedagógico. Criei senso de responsabilidade para ir economizando desde cedo, sem precisar me privar de nada que era fundamental.

Outra característica que me exclui de possíveis referências é a paranoia conservadora que tenho em relação a dinheiro. Muitos viajantes acham bem ok guardar uma quantia mínima e depois se virar, passando perrengue se necessário. Eu já sou dessas que precisam de um bom colchão de reserva para ficar tranquila, inclusive para manter tudo sob controle na volta.

Mas a boa notícia é que a Ásia é um continente muito barato. A Rachel Verano, jornalista tarimbadíssima de turismo e lifestyle e autora do delicioso blog I’m In Asia Now (inspiração-mor para essa viagem sair do papel), disse que o gasto para duas pessoas, incluídos os deslocamentos internos, não passou de 1500 euros por mês. “Uma amiga fez a volta ao mundo sozinha num esquema bem mochilão e fez cálculos de US$ 1.000 por mês, em média”, completou, em uma das mensagens que trocamos.

Animados?